
HomSoft amplia funcionalidades em nova versão standard
26 de abril de 2023
Quais os principais desafios das empresas na hora de recrutar e manter seus times de TI e tecnologia?
27 de junho de 2023Em abril a Homine renovou sua marca e lançou um novo site, mudando o nome para Homine Tecnologia. As mudanças refletem a evolução de seu portfólio de serviços ao longo dos anos e o foco na transformação digital dos clientes.
Nesta entrevista, o CEO Horácio Menin (foto) traz mais detalhes sobre essas mudanças, explica como ficam os serviços SAP – pelos quais a empresa é referência no mercado de TI – dentro da nova estrutura e dá pistas sobre o futuro.
A Homine está em um novo momento, com site novo, marca renovada e portfólio de soluções e serviços ampliado. O que motivou essas mudanças e aonde a empresa quer chegar lá na frente?

O que nos move são nossos clientes, que apontam seus desafios e assim nos motivam a buscar continuamente o aperfeiçoamento de processos internos, da nossa gestão, bem como a complementaridade das soluções tecnológicas e serviços que oferecemos. Seguimos o caminho das inovações tecnológicas, como as promovidas pela Inteligência Artificial e Machine Learning, que estão revolucionando processos de negócios e impulsionando a transformação digital nas empresas. Para nos ajudar nessa caminhada, combinamos a experiência de profissionais seniores à de novos talentos, de modo a gerar impacto positivo nos clientes atuais e futuros.
A empresa está incorporando a oferta de novas tecnologias ao seu escopo de soluções e serviços, reforçando os projetos de desenvolvimento. Como ficam os serviços SAP dentro dessa estrutura, já que a Homine é uma referência de longa data na prestação de serviços voltados ao ERP?
Nossos serviços se complementam, não concorrem entre si, pois temos empresas que nos buscam para explorar as potencialidades de um ERP como o SAP e que também estão atrás de soluções que automatizam processos repetitivos e otimizam suas rotinas, procurando elevar a eficiência do negócio por meio de tecnologias como RPA, Chatbots, Inteligência Artificial e outras. Importante ressaltar que expandimos nossa oferta de serviços sem perder nosso jeito objetivo de executar os projetos, buscando sempre a transparência e a simplicidade. Nosso diferencial continua sendo a forte parceria com os clientes, colaborando e participando de suas estratégias de transformação digital e sempre alinhados com o seu negócio.
A Homine oferece hoje soluções e serviços baseados em inúmeras tecnologias, como Cloud, RPA, Inteligência Artificial, IoT e outras. Podemos dizer que essa ampliação do portfólio implicou em uma maior versatilidade da empresa, adicionando novos parceiros, com conhecimentos específicos, para estruturar e garantir a qualidade das entregas?
Sim, as parcerias são fundamentais para que a nossa jornada seja executada de maneira realista, em linha com o que há de mais novo no mundo da TI e da tecnologia, sempre com foco total na qualidade da entrega. A incorporação de profissionais com esses novos requisitos e talentos específicos reforçam a versatilidade do nosso time e da nossa estratégia no mercado, nos tornando mais competitivos.
A Homine tem desenvolvido projetos de TI e tecnologia para grandes empresas como Mercado Livre, Bombril, SPC Brasil, AgroFresh e outras. Na sua avaliação, projetos de transformação digital que utilizam IA, RPA e Chatbots, por exemplo, vão se disseminar também entre médias e pequenas empresas nos próximos anos? A Homine está se preparando para atender essa fatia do mercado?
Certamente. Hoje temos clientes de maior porte que são muito importantes para a empresa e buscamos continuamente encantá-los para nos tornarmos parceiros e não somente um fornecedor de TI. Em paralelo, a Homine tem se preparado para atender as Pequenas e Médias Empresas (PMEs), que representam um enorme percentual de movimentação financeira e que também vão investir em automações de processos e no suporte ao atendimento ao cliente, entre outras frentes, para serem cada vez mais competitivas. Uma pesquisa recente da Deloitte mostrou que 7 em cada 10 empresas no Brasil pretendem investir em Inteligência Artificial em 2023. Há, portanto, ajustes naturais a serem feitos para atender esse mercado, como a capacitação dos profissionais, e é um caminho que já estamos trilhando.




